segunda-feira, 7 de junho de 2010
Segunda - 7.30 h Radio Tangará
19.30 h - Culto na residência da dona Eurides
Terça - 19.30 h - Culto na residência da irmã Geralda
Quarta - 20.00 h - Reunião de planejamento do trabalho jovem
Quinta - 19.30 h - Culto de doutrina/ensaio coral
Sexta - 20.00 h - Encontro de casais - Residência: Izaias & Cida
Sábado - 19.30 h - Noite Gospel - Colégio José Nodari
Domingo - 9.00 h - Escola Bíblica Dominical
19.30 h - Culto de adoração
OREM POR MIM IRMÃOS.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
ProJovem Trabalhador
Orem por mim!
domingo, 23 de maio de 2010
domingo, 22 de novembro de 2009
AGRADECIMENTO PELOS CONSERTOS
TESTEMUNHO DO IRMÃO PENINHA
sábado, 21 de novembro de 2009
CAIR NO ESPÍRITO
UM Fenômeno Corporal E NÃO ESPIRITUAL (uma reflexão sobre o cair no espírito)
Pr. Jurandir Marques
Textos: Efésios 4. 1-16; 1 Cor. 14.33.
É uma prática que perdeu a sua ênfase anos atrás, mas que agora volta. Nas reuniões praticadas pelo nascente grupo Templo dos Levitas, em Tangará da Serra, MT, alguns batistas, saudosos dos encontros que reuniam centenas de irmãos, lá voltaram e encontraram uma realidade diferente. O acampamento não é mais “aquele”! Houve práticas que alguns estranharam e que outros se assustaram. Solicitaram meu ponto de vista.
Este comportamento recebe os mais variados nomes, tais como: desmaio no espírito, prostração, arrebatamento. Segundo alguns observadores, trata-se da terceira onda. A primeira foi o surgimento do pentecostalismo clássico e a segunda o neopentecostalismo. Começou em Toronto, no Movimento da Vinha, liderada por John Wimber. Nas reuniões, além do desmaio, ocorria o que denominavam de “gargalhada santa” e havia imitação de animais como expressão de comunhão. O fato ocorreu nas décadas de 80 e 90.
Os que defendem esta prática justificam como sendo um instrumento para salvação de almas que, atraídas pela curiosidade, acabam se decidindo ao lado de Jesus.
Em nosso meio mais provoca confusão que salvação, e também produz igrejas divididas, famílias divididas, etc.
O primeiro ponto é o fato de considerarem experiências acima da autoridade bíblica e quase incorporá-la ao nível de doutrina, adjetivando que os que não caem estão resistindo à ação do Espírito. Porém existe uma grande diferença entre experiência e doutrina. Doutrina não muda. Experiência é temporal, vem e vai deixando atrás rastro de confusão e interrogações.
Experiência, seja ela de quem for, jamais deve merecer o mesmo valor que se dá à doutrina. Experiência é mais produto pessoal, emocional, psíquico. Experiência não tem o mesmo valor que as revelações bíblicas registradas nas Sagradas Escrituras.
A. W. Tozer disse: “... se um arcanjo... oferecer-me alguma verdade nova, eu lhe pediria referência [bíblica].”
A Bíblia é a única referência em termos de valores espirituais. Porém um fato curioso é que hoje vive uma geração analfabeta de Bíblia. À semelhança do Cantor Cristão que alguns rotulam de “preto velho”, a Bíblia, para esta geração, é também “preta velha”, não faz mais sentido. O importante são as experiências dos profetas contemporâneos
Há onze relatos de casos semelhantes, mas não iguais nas Escrituras. Em todas elas há uma distância muito grande do que acontece hoje em algumas igrejas. A experiência narrada pelo profeta Daniel 10.9 é um exemplo. Diante da visão celestial, que tinha uma força impressionante, Daniel prostrou-se com o rosto
Os que voltaram do retiro acentuavam a pessoa que produziu a performance e não Deus.
Ezequiel assemelha-se a Daniel na experiência. Caiu também prostrado com o rosto em terra, em atitude de adoração, (Ez 1.28; 3.23). Porém outros homens bíblicos tiveram a mesma experiência e não caíram. Se fosse uma norma ou prática a ser seguida, outros certamente cairiam, o que não ocorreu com Isaías (Is 6) e com a igreja primitiva reunida em Jerusalém diante do fato histórico mais surpreendente após a ascensão do Senhor Jesus: a inauguração do ministério do Espírito Santo. Atos 2.2 diz que todos estavam sentados quando o fato ocorreu. Ninguém caiu!!!!
Paulo caiu diante do impacto da visitação do Senhor (At 9.4). Não ficou imóvel. No momento comunicou-se com Deus e recebeu instruções que transformaram a sua vida radicalmente. Um fato que se observa com muitos que reiteradamente tem essa experiência é que pouca coisa ou quase nada muda em sua vida. Não se transformam em fiéis dizimistas, cumpridores de suas obrigações, melhores esposos (as); melhores filhos (as), amantes da obra missionária, dedicados ao serviço do Senhor. A vida continua a mesma. Fato dessa natureza deveria provocar transformações eternas e não provoca. Em toda reunião a pessoa está caindo e nunca fica de pé para obedecer ao Senhor.
Diante da presença de Jesus, homens caíram inclusive um pseudodiscípulo (Jo 18.6). Era um grupo formado de pecadores que foram prender o Senhor. Caíram e mesmo assim não confessaram seus pecados.
Como legítimos representantes de Deus, quando crentes caírem por terra, devem glorificar o nome do Senhor. E não exaltar como superespiritual o mediador ou o paletó do mediador.
Toda experiência tem que ter base bíblica. Cair não pode ser visto como plenitude do Espírito Santo e nem como uma vida consagrada de quem cai ou de quem derruba. Diante de cada prostração deve-se investigar a procedência; se glorificou a Deus ou o homem; como foi provocada; se prejudicou a boa ordem da adoração. Interrompeu a adoração?
Toda experiência de prostração na Bíblia se deu em razão da adoração e temor diante da glória do Senhor (Ap 5.14). Experiência não deve ser elevada a mesma categoria de doutrina.
BÍBLIA & PIERCINGS
O que diz a Bíblia a respeito de tatuagens e piercings?
Pergunta: "O que diz a Bíblia a respeito de tatuagens e piercings?"
Resposta: A lei do Velho Testamento ordenou aos israelitas: “Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o Senhor” (Levítico 19:28). Portanto, apesar de não estarem os crentes sob a lei do Velho Testamento nos dias de hoje (Romanos 10:4; Gálatas 3:23-25; Efésios 2:15), o fato de ter havido um uma ordem contra tatuagens deveria nos fazer pensar sobre a questão. O Novo Testamento não faz menção sobre os crentes fazerem ou não tatuagem.
Em relação às tatuagens e piercings, um bom teste é determinar se podemos ou não, com honestidade e sã consciência, pedir a Deus que abençoe e use esta atividade particular para Seus bons propósitos. “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (I Coríntios 10:31). A Bíblia não se coloca condenando tatuagens ou piercings, mas também não nos dá razão alguma para crermos que Deus nos deixaria fazê-los.
Outra questão a considerar é o recato. A Bíblia nos instrui ao recato no vestir (I Timóteo 2:9). Um aspecto do vestir recatadamente é nos certificarmos de que cada parte que precisa ser coberta com roupas está adequadamente vestida. Entretanto, o significado essencial do recato é não chamar atenção para si mesmo. As pessoas que se vestem com recato o fazem de maneira tal que jamais chamam atenção para si mesmas. Tatuagens e piercings, com certeza, são chamativos. Neste sentido, as tatuagens e piercings não são recatados.
Um princípio importante das escrituras a respeito de casos sobre os quais a Bíblia não lida especificamente é que, se há dúvidas se isto agrada ou não a Deus, então é melhor não fazê-lo. “Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado” (Romanos 14:23). Precisamos ter em mente que nossos corpos, assim como nossas almas, foram redimidos e pertencem a Deus. Apesar de não se aplicar diretamente a tatuagens e piercings, I Coríntios 6:19-20 nos dá um princípio: “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” Esta grande verdade deve sempre pesar no que fazemos e até onde podemos ir em relação a nossos corpos. Se nossos corpos pertencem a Deus, deveremos sempre nos certificar de que temos Sua clara “permissão” antes de neles deixarmos “marcas” com tatuagens e piercings

